Campanha pela vida - "Você é insubstituível. Dirija com cuidado"

quarta-feira, 24 de março de 2010

As redes sociais e a lei

As redes sociais e a lei

Atualmente notamos diversas empresas utilizando redes sociais como uma ferramenta de marketing. Será essa uma alternativa relativamente fácil de alavancar o brand awareness da marca na rede? As vantagens são incontestáveis: relações que eram estritamente comerciais se tornam relações sociais, estreitando o vínculo entre a sua marca e o cliente; as informações são publicadas em tempo real e com a interatividade por meio de comentários e sugestões; o feedback é instantâneo; o custo para ações de marketing dentro da mídia social é baixo e permite resultados avassaladores. Finalmente, há uma grande popularização da marca por meio desse “boca-a-boca” digital – só no Brasil são mais de 30 milhões de pessoas que usam redes sociais e sites de relacionamento. O pensador alemão Gerd Leonhard, autor de Friction is Fiction: The Future of Content, Media & Business, em uma entrevista para a Folha Online, disse que “para negócios, a mídia social é simplesmente uma gestão de relacionamento com o cliente, isto é, a maioria do marketing, das relações públicas e das operações tradicionais desse serviço vão ser substituídas pelas mídias sociais”.

segunda-feira, 22 de março de 2010

O que vale é a reputação - por Ana Luisa de Castro Almeida, diretora do Instituto de Reputação Brasil.

ENTREVISTA



O que vale é a reputação


A sociedade e o mercado estão cada vez mais de olho nas empresas: cobram prestações de contas, ações de responsabilidade e transparência e encampam leis como a Sarbanes Oxley. As organizações precisam reconhecer essas expectativas e formular estratégias e sustentar práticas que contribuam para a sua boa reputação.


O conceito de reputação e os caminhos que uma organização deve seguir para alcançá-la são temas desta entrevista concedida ao BMS Notícias por Ana Luisa de Castro Almeida, diretora do Instituto de Reputação Brasil. O Reputation Institute foi fundado nos Estados Unidos em 1997, atua em 70 países e está no Brasil há um ano. A Arcelor Brasil é uma das empresas associadas ao Instituto.

Qual a diferença entre reputação e imagem?
A imagem é transitória e a reputação se consolida ao longo dos anos. Fazendo uma metáfora, a imagem seria o take e a reputação, filme inteiro. Ou seja, a reputação é a consolidação das diversas imagens. Uma organização se relaciona com vários segmentos – investidores, fornecedores, empregados e imprensa – e as percepções de cada um deles formam imagens que se consolidam ao longo dos anos. Isso cria a base que chamamos de reputação.

Quais fatores contribuem para que uma organização tenha uma boa reputação?
O Reputation Institute faz pesquisas de reputação na Europa, Estados Unidos, na América Latina e Ásia desde 1997. Analisamos a reputação a partir de modelo que considera sete dimensões: (1) governança corporativa, (2) desempenho financeiro, (3) ambientes de trabalho, (4) cidadania e responsabilidade social, (5) liderança, (6) inovação e (7) produtos e serviços. A partir delas, chegamos a um índice geral de reputação, expresso em porcentagem. Em cada país, o peso dessas dimensões pode variar de acordo com a percepção daquela população. No Brasil, a responsabilidade social, por exemplo, tem mais peso.

Que práticas devem amparar o discurso de uma empresa que pretende construir ou manter boa reputação?
A reputação não é um processo de comunicação, embora esta contribua para mostrar aquilo que a empresa está fazendo. A empresa precisa ter clareza de sua realidade e de como é percebida. No pior cenário, a empresa pode ter uma realidade ruim e uma percepção ruim. Mas pode ter uma realidade ruim e uma percepção boa. Este segundo modelo é de alto risco, porque vai chegar o dia em que se perceberá que a empresa não é aquilo tudo que sua comunicação promete. Outra questão é a realidade boa e uma percepção ruim. Ainda é necessário comunicar para mudar essa perspectiva.

Qual é o efeito da boa reputação?
Em termos de desempenho financeiro, os estudos mostram que, se a empresa aumentar em 5% a sua reputação, seu valor de mercado crescerá em 3%. A boa reputação exige práticas que são necessárias para a sustentabilidade da empresa. Em relação aos públicos, a boa reputação gera comportamentos de apoio: eu compro, eu invisto, eu gostaria de trabalhar, eu falo bem dessa empresa. Uma empresa com maior reputação desfruta de credibilidade, confiança, respeito e estima.

Há um movimento no mercado a favor da transparência na divulgação de balanços, concretizado pela Lei Sarbanes-Oxley. De que forma essas exigências legais afetam a gestão da reputação?
Há uma relação muito forte. As pesquisas indicam que o não-cumprimento das obrigações regulamentatórias é a primeira ameaça à reputação. Há uma demanda da sociedade por mais transparência e por uma verdade. Não basta que a empresa explicite os números, mas mostre o que está acontecendo positiva ou negativamente. As empresas que se saem melhor são exatamente as que revelam suas dificuldades, sem negar os problemas.

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

A Imagem e a Comunicação Interna


A fascinação que as imagens exercem sobre os seres humanos pode ser observada em todos os lugares do mundo nas mais diferentes épocas, como por exemplo, as pinturas rupestres de nossos ancestrais brasileiros localizadas no Sitio Arqueológico da Serra da Capivara no Estado do Piauí, as pirâmides do Egito, as esculturas gregas e romanas, as belezas naturais, dentre outras. E com as novas tecnologias, o homem pode dar contornos mais concretos aos seus sonhos. Filmes de ficção científica, como Matrix, ou até mesmo, Star Wars, são esperados com bastante expectativa pois a liberdade de criação adquirida com os programas de computação gráfica produz verdadeiros sucessos de bilheteria, ou seja, o que o público realmente espera ver. Em um contexto globalizado, onde todos os setores econômicos, políticos e sociais estão interligados, o uso da imagem na comunicação interna, tem sido desenvolvido e aplicado de várias formas, seja ela, a imagem de um produto novo, de uma celebridade ou mesmo de um serviço inovador. A utilização de imagens e cores em folders, cartazes, murais, intranet, boletins e jornais, enfim, as ferramentas de comunicação são importantes utensílios teóricos e práticos na efetivação do objetivo maior que é consolidar a missão, visão e valores da sua empresa, fidelizando o cliente interno, seja obtendo a confiança do mesmo ou transformando-o em um agente multiplicador das informações. Colocar em pauta matérias que busquem histórias com personagens reais da empresa, como um eletricista que é voluntário em um curso de capacitação para jovens da comunidade dele, ensinando-os os principios básicos da eletricidade, é um elemento chave para conquistar os leitores internos. E nada melhor que chamar a atenção dos leitores com fotos do profissional voluntário com seus alunos no local onde o curso é realizado. Desta forma a imagem auxilia conquistando os olhos e o carisma dos seus stakeholders.







Fonte: Coisas de um Relações Públicas

sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

Conceito de Publicidade (Publicidade não é propaganda)

O termo publicidade designa qualquer mensagem impressa ou difundida, cujo objectivo seja o de divulgar e persuadir, com fins comerciais, uma ideia, um produto ou serviço, uma marca ou uma organização junto de um determinado mercado-alvo.

Os meios utilizados para dar suporte às mensagens publicitárias são diversos e incluem a televisão, rádio, jornais, revistas, painéis publicitários, Internet e direct-mail.

Publicidade - "Publicus" (latim) - ato de divulgar, tornar público.
Divulgar, tornar público sem que isso implique necessariamente em persuasão. (Rabaça e Barbosa);
E publicidade Relações Públicas executam, assim como Marketeiros e Publicitários.

sábado, 6 de dezembro de 2008

Segundo Simões "Relações Públicas visam a formar imagem, a formar conceito, a formar opinião pública"

"O objetivo de seu trabalho é o equilíbrio entre a identidade e a imagem de uma organização, focando a imagem institucional e trabalhando a relação com a opinião pública".

Atividade - fim de Relações Públicas

Segundo o americano, James E. Grunig, atividade-fim de Relações Públicas é planejar, implantar e desenvolver o processo total da comunicação institucional da organização como recurso estratégico de sua interação com seus diferentes públicos e ordenartodos os seus relacionamentos com esses públicos, para gerar um conceito favorável sobra a organização, capaz de despertar no público credibilidade, boa vontade para com ela, suas atividades e seus produtos. As Relações Públicas concentra-se na identidade da organização e na sua filosofia comportamental, tendo por foco sua imagemprojetada na opinião pública.